Projetos de água fria, água quente, esgoto, pluviais, piscinas e pressurização — 100% compatibilizados com arquitetura e estrutura, normatizados, com detalhamento em 3D e lista de materiais inclusa. Atendimento 100% online para todo o Brasil.
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Mais de 70 projetos entregues — sem retrabalho, sem surpresa na obra.
Construtores sérios. Arquitetos competentes. Anos de experiência.
Tudo isso não resolve nada quando o projeto hidrosanitário não foi feito direito.
Porque o problema não aparece durante a obra.
Ele aparece depois que o cliente já se mudou.
Meu nome é Fábio Stanco, engenheiro civil e fundador da Stanco Engenharia.
Há 4 anos trabalho exclusivamente com projetos hidrosanitários para obras residenciais — e o que me motivou a criar a Stanco Engenharia foi sempre a mesma frustração:
Ver construtores sérios e arquitetos competentes perdendo clientes e reputação por causa de projetos que simplesmente não funcionavam na prática.
Ralos entupindo e pontos de difícil manutenção. Retorno de espuma. Pressão insuficiente ou oscilando conforme o uso. Manchas de umidade aparecendo semanas depois da entrega.
Problemas que existiam no papel muito antes de existirem na obra — e que um projeto compatibilizado, normatizado e detalhado elimina antes de a obra começar.
A Stanco Engenharia nasceu para isso. 100% online, atendemos todo o Brasil, e entregamos projetos pensados para a realidade da sua obra — não para um modelo genérico de prateleira.
É o fim da confiança que você levou anos para construir.
Não é impressão. A pesquisa confirma.
"A maioria dos problemas que aparecem em obras após a entrega são previsíveis e evitáveis. Eles existem porque o projeto não foi pensado de forma integrada com a arquitetura e a estrutura. Compatibilização não é luxo — é responsabilidade técnica." — Eng. Fábio Stanco · CREA SP 5069927410 · Stanco Engenharia
dos projetos hidrosanitários entregues no Brasil têm erros normativos ou de dimensionamento.
Não é exagero. É o levantamento do mercado.
Sete em cada dez projetos que chegam à obra têm algum problema que vai aparecer — na execução, na entrega ou nos meses seguintes.
Por quê? Porque existe um modelo de trabalho que se normalizou no mercado:
o projetista entrega o PDF, assina o ART — e some.
Sem compatibilização com a arquitetura.
Sem verificar se o projeto respeita a norma para aquela obra específica.
Sem detalhar como a execução vai acontecer na prática.
Sem suporte quando o encanador não entende o que está no papel.
Um projeto genérico, feito para qualquer obra — que vai à sua obra fingindo ser personalizado.
E quando aparece, não é o projetista que recebe o telefonema.
É você.
Uma foto do ralo entupido. Um vídeo do chuveiro sem pressão. Uma mensagem no grupo do condomínio. No mundo de hoje, a reputação que você construiu em anos pode desaparecer em horas — por culpa de alguém que já embolsou o dinheiro e não atende mais o telefone.
Não é exagero. Não é teoria. Os principais veículos do país já documentaram isso.
Eu te garanto: se você não resolver isso antes da obra, vai resolver depois — e vai custar muito mais caro.
O pior não é o custo financeiro do retrabalho.
É a ligação às 22h. É o cliente que para de indicar.
É o projeto que você entregou com orgulho — e que voltou como problema.
E tudo isso porque um projeto que deveria ter sido pensado para a sua obra
foi feito para qualquer obra.
Existe um padrão que se normalizou no mercado de projetos técnicos — e que está destruindo obras silenciosamente.
O projetista entrega o PDF. Assina o ART. Emite a nota. E some — sem compatibilizar com a arquitetura, sem verificar norma, sem detalhar o que o encanador vai executar na prática. Quando aparece o problema, o telefone não atende.
Projeto entregue incompleto. Com erros normativos. Genérico — não pensado para aquela obra, para aquele cliente, para aquele padrão de entrega. Feito para qualquer caso — e que não funciona em caso nenhum.
Um projeto assim não:
Você paga pelo projeto. O problema vem de brinde.
E a conta — financeira e de reputação — fica com você.
Quanto custa abrir uma parede depois da entrega?
Quanto vale a indicação que você vai perder?
Quanto tempo falta para isso acontecer na sua próxima obra?
Vamos resumir o que você acabou de ler:
Há 4 anos, decidi me especializar em um único tipo de projeto — e fazer esse tipo melhor do que qualquer generalista faria.
Cada projeto que assino passa por compatibilização real com arquitetura e estrutura. Cada sistema de pressurização é calculado para o número exato de pontos da sua obra. Cada projeto de esgoto prevê ventilação adequada para eliminar mau cheiro e retorno de espuma. Cada detalhe é modelado em 3D para orientar a execução com precisão. E cada entrega inclui quantitativo completo de materiais — sem sobra e sem falta.
Não por fórmula. Mas porque é isso que o construtor e o arquiteto precisam para entregar uma obra que possam se orgulhar.
Isso não é fórmula mágica. Não é promessa vaga.
É o método que uso em cada projeto que assino com o meu nome — e que garantiu que nenhum dos meus clientes precisasse abrir parede por problema de projeto.
Cada tubo no lugar certo — do detalhamento em 3D à obra executada.
Cobrar por m² parece justo. Mas não é. Uma casa de 80m² e outra de 150m²
podem ter exatamente o mesmo número de pontos hidráulicos e a mesma complexidade de projeto.
Cobrar pelo tamanho do imóvel significa que alguém está pagando mais do que deve —
ou que o projeto foi entregado rápido demais para compensar o valor baixo.
Na Stanco Engenharia, o orçamento é calculado com base no número de pontos
e na complexidade real da obra. Você paga exatamente pelo que foi trabalhado.
Nada a mais. Nada a menos.
Fale agora com o Fábio. Sem formulário, sem fila de espera.
Você explica sua obra — ele te diz exatamente o que precisa.
Cada projeto que entrego carrega meu nome e meu CREA. Isso significa que quando você dorme tranquilo depois da obra entregue, eu também durmo. É assim que trabalho — e é por isso que não aceito projeto genérico, gambiarra ou improviso.